O Homem, A Besta E A Virtude
Espetáculo satiriza para retratar a falsidade e hipocrisia presentes na sociedade
Editorial
Uma nova montagem do espetáculo O Homem, A Besta E A Virtude estréia no Teatro Folha em 14 de maio. Fica em cartaz às quartas e quintas, às 21h, até 5 de junho. A peça, um texto do dramaturgo italiano Luigi Pirandello (1867-1936), que foi traduzida por Marcos Caruso, tem direção geral de Marcelo Lazzaratto e direção de arte do carnavalesco Chico Spinosa. A concepção é de Débora Duboc, que também atua no espetáculo. A trama conta a história de uma mulher virtuosa que engravida do professor de seu filho. O marido, um rude capitão de navio, desleixado em seus afazeres erótico-matrimoniais, passa mais tempo singrando os mares do que em sua casa. De volta para casa, o encontro marital entre eles, a "cópula", terá de acontecer, custe o que custar, para que a gravidez da mulher "virtuosa" seja explicada. A tentativa de esconder o adultério e a gravidez vai gerar uma espiral de cenas hilárias, nas quais a hipocrisia da moral burguesa é desmascarada num jogo cênico inteligente de ironias e mordacidade. Na peça, a denúncia da falsa moralidade se manifesta no riso. Ficha Técnica: Realização: Toni Venturi / Olhar Imaginário - Núcleo TeatroDireção: Marcello LazzarattoConcepção: Débora DubocElenco: Débora Duboc, Gabriel Miziara, Fernando Fecchio, Thiago Adorno e Luiz Alex TassoTradução: Marcos CarusoDireção de Arte: Chico SpinosaMúsica Original: Gustavo Kurlat e Ruben FefferFoto: divulgação.
Informações
Local:
Teatro Folha (INFORMAÇÕES)
Preço(s):
R$ 25,00.
Data(s):
Até 5 de junho de 2008.
Horário(s):
Quarta e quinta, 21h.
Observações:
Duração: 80 minutos. Classificação: 12 anos.
quarta-feira, 14 de maio de 2008
O Homem, A Besta E A Virtude
Michael Moore planeja seqüência de 'Fahrenheit 11/9'
O documentarista americano Michael Moore prepara uma seqüência do seu filme "Fahrenheit 11/9", sobre a "guerra contra o terrorismo" do governo do presidente George W. Bush, informou nesta quarta-feira (14) a imprensa especializada. "Fahrenheit 9/11" foi realizado após os atentados de 11 de setembro de 2001, e foi premiado com a Palma de Ouro no Festival de Cannes, em 2004. Os financiadores e distribuidores, Paramount Vantage e Overture Films, vão propor o projeto aos compradores internacionais presentes no Mercado do Filme que se abre nesta quarta-feira. O novo documentário de Moore, autor de "Tiros em Columbine", ainda não tem título e deve chegar às telas em 2009.Michael Moore planeja seqüência de 'Fahrenheit 11/9'
Cineasta promete novo longa-metragem sobre 'a guerra contra o terrorismo'.
'Fahrenheit 9/11' foi realizado após os atentados de 11 de setembro de 2001.
Espetáculo de dança ‘Waterwall’ despeja 16 mil litros de água no palco
Um espetáculo de dança com belas e criativas coreografias, pesada música eletrônica e um show de luzes. A receita fica completa com verdadeiras enxurradas de água, que dão um efeito especial ao espetáculo. Passeando pelos palcos do mundo todo desde 1999, “Waterwall” faz sua estréia no Brasil nesta quarta-feira (14), primeiro em turnê pelo Rio de Janeiro (de 14 a 18 de maio) e, na seqüência, em São Paulo (entre 21 e 25 de maio, e depois entre 28 e 30 de maio). Encharcados, os bailarinos da companhia italiana Materiali Resistenti Dance Factory misturam dança contemporânea, acrobacia e esportes radicais, encantando a platéia. Eles deslizam sob 16 mil litros de água, durante toda a apresentação (mais de uma hora de espetáculo). Passam ainda pelo palco, como parte das coreografias, cordas, pás, remos, pranchas e pedaços de bicicletas. Espetáculo de dança ‘Waterwall’ despeja 16 mil litros de água no palco
Premiada companhia italiana Materiali Resistenti Dance Factory faz sua estréia no Brasil.
Apresentação mistura dança contemporânea, acrobacias, esportes radicais e luzes.
Premiada e elogiada pela crítica internacional, a companhia italiana se apresentou também na abertura das Olimpíadas de Inverno de 2006, com um número de outro espetáculo, intitulado “Lavori aeri”, que trazia os bailarinos no ar.
O fundador da companhia –assim como seu coreógrafo-, é Ivan Manzoni, que passou os últimos anos pensando em formas de rever a dança tradicional, apostando sempre no visual inusitado do espetáculo.
Rio de Janeiro
De 14 a 18 de maio, no Citibank Hall (Av. Ayrton Senna, 3.000 - Shopping Via Parque - Barra da Tijuca). Tel. 0300-7896846.
Horários: quarta e quinta-feira, às 21h30; sexta-feira, às 22h; sábado, às 17h e às 22h, domingo, às 16h e às 21h.
Preços: de R$ 35 a R$ 150.
São Paulo
De 21 a 25 de maio e de 28 a 30 de maio, no Credicard Hall (Av. Nações Unidas, 17.955 – Santo Amaro). Tel. (11) 6846-6010.
Horário: quarta-feira e quinta-feira, às 21h30, sexta-feira, às 22h, sábado, às 17h e 22h e domingo, às 16h e às 21h.
Preços: de R$ 60 a R$ 160.
Frank Sinatra: 10 anos sem 'a voz'
Dono dos olhos azuis mais sedutores do cenário artístico norte-americano, Frank Sinatra morreu há exatos 10 anos deixando um legado e tanto para os admiradores de música e cinema. Seu carisma e voz inconfundível fizeram com que ele conquistasse um lugar de honra na história contemporânea e ainda lhe renderam a alcunha definitiva: “The Voice”. No ano passado, o Serviço Postal dos Estados Unidos anunciou o lançamento de um selo postal em homenagem aos 10 anos da morte de Frank Sinatra. O anúncio foi feito em 12 de dezembro – dia em que ele completaria 92 anos. Algumas reedições coincidem com os 10 anos da morte do cantor. O álbum “Nothing but the best”, lançado esta semana pela Warner, reúne 22 de suas músicas mais conhecidas. A compilação inclui uma faixa inédita em CD "Body and soul", que tem a participação de seu filho, Frank Sinatra Jr., regendo a orquestra que acompanha Sinatra e com novos arranjos. Frank Sinatra: 10 anos sem 'a voz'
Aniversário de uma década sem o cantor é nesta quarta-feira (14).
Serviço postal dos EUA lança selo em homenagem ao astro; ouça músicas.
Nascido Francis Albert Sinatra, o cantor e ator morto em decorrência de uma parada cardíaca, aos 82 anos, desenvolveu ao longo da carreira um estilo sofisticado que acabou por se tornar sinônimo de clássico.
Clique aqui para ouvir especial GloboRadio com músicas de Frank Sinatra
Com duas estrelas na Calçada da Fama, apareceu em mais de 50 filmes e foi intérprete de grandes canções, como “Fly me to the moon”, “Strangers in the night”, “My way” e “(Theme from) New York, New York”.
Entre seus amores figuram as atrizes Ava Gardner e Mia Farrow, com quem foi casado, além da socialite Barbara Marx, que esteve ao seu lado até o último dia de sua vida.
Sinatra deixou ainda alguns duetos famosos, alguns deles reunidos no álbum “Duets”, de 1993. Boa parte do sucesso comercial do disco é devida à parceria com Bono, cantor do U2, em “I’ve got you under my skin”. “Duets II”, lançado no ano seguinte, traz a participação do maestro brasileiro Tom Jobim, com quem o cantor dividiu diversas canções.
No final dos anos 60, a dupla lançou “Francis Albert Sinatra e Antônio Carlos Jobim”, com arranjos de Claus Ogerman, incluindo versões em inglês de músicas de Tom (“The girl from Ipanema”, “How insensitive”, "Dindi"), além de composições americanas.
Os filhos de Sinatra - Nancy, Frank Jr. e Tina - participaram da cerimônia de lançamento do selo, que traz o cantor usando seu característico chapéu de feltro. “Nosso pai amava este país. Este seria um de seus dias mais felizes”, destacaram os filhos do cantor na ocasião.
Já o livro “Remembering Sinatra” ganha edição atualizada (nos EUA) com fotos e o famoso texto de Gay Talese, “Frank Sinatra está resfriado”, publicado em 1966. Escalado pela revista “Esquire” para entrevistar o astro, Talese foi pego de surpresa ao saber que Sinatra não poderia falar porque estava com gripe.
Em um bom exemplo de como transformar um limão em uma limonada, o jornalista escreveu um texto a partir de depoimentos de pessoas ao redor do cantor e muita observação. O resultado é um dos melhores perfis já escritos sobre Frank Sinatra.
Opinião do Guia: Toma Lá Da Cá - Nosso Homem em Malibú
E mais um episódio com Bozena e o “cocô cheiroso” e Copélia e sua experiência mística com um negão que baixou um preto velho no motel. Mas nossa, se eu já não gostava muito do Mario Jorge, ou do Miguel Falabela mesmo, depois de ver ele imitando um surfista, é oficial. Pelo amor de Deus, eu poderia passar minha terça-feira a noite sem essa cena ridícula. Uma que eu ainda não comentei, mas eu gosto também, é da Isadora, acho legal o jeito MAU CARATER dela. Eu ainda vou descobrir o que é “sair da casinha”. Mas voltando ao episódio, apesar deste personagem que participou hoje ser muito chato, a conversa dele com a Rita na hora do café foi muito engraçado, ele falando que mulher uma mulher pra casar com o Arnaldo tinha que estar em fim de carreira. E a Bozena falando que o Mario Jorge podia devolver a Rita escangalhada? Também tem Copelia dando em cima do Tito. Pra terminar, Bozena estourando na hora do café foi ótimo também. Ah, como todos episódios, teve seus altos e seu baixos. Mas de pra rir, o que é o propósito da série. Gente, quanto às outras séries da globo, pra mim fica muito dificil acompanhar todas, mas quando der, eu comento sim. Então até semana que vém!Opinião do Guia: Toma Lá Da Cá - Nosso Homem em Malibú
Alexandre Pires revela se Simony perdeu mesmo um filho seu!!!
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O cantor Alexandre Pires revelou ao TV Fama se sua ex-namorada, Simony, realmente perdeu um filho seu!!!